Festival Sete Sóis Sete Luas leva mediterrâneo e lusofonia a dez cidades portuguesas

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Festival Sete Sóis Sete Luas leva mediterrâneo e lusofonia a dez cidades portuguesas

O Festival Sete Sóis Sete Luas (FSSSL), “um encontro de culturas do mundo mediterrâneo e lusófono”, decorre em dez cidades portuguesas, de junho a setembro, e a programação foi apresentada ontem, dia 25, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, em Oeiras.

Mafra, Castelo Branco, Alfândega da Fé, Pombal, Elvas, Odemira, Castro Verde, Ponte de Sôr e Vila do Porto, nos Açores, recebem a 27.ª edição do festival, que “vai apostar especialmente na produção multicultural, com três diferentes projetos, sempre na tentativa de aproximar os povos e dar a conhecer o mundo mediterrâneo e lusófono”, explicou o diretor do festival, Marco Abbondanza, à agência Lusa.

O FSSSL, que vai passar por mais de 30 cidades do mundo, em países como Brasil, Cabo Verde, Croácia, França, Itália, Marrocos, Portugal, Eslovénia, Espanha e Tunísia, apresenta os agrupamentos musicais originais Med.Arab.Jewish 7Sois Orkestra, Les Voix des 7Sois e Orkestra Popular des 7Luas, compostos por músicos provenientes dos dez países da rede cultural do FSSSL.

A 27.ª edição do festival, que em Portugal arrancou no dia 20 de junho, conta com as atuações do acrobata catalão Yldor Llach, do circo humorístico francês Les P’tits Brás com o espetáculo “Bruits de Coulisses”, do grupo cabo-verdiano 7Luas Maio Band e dos bailarinos e músicos Amilotx, provenientes do País Basco.

O cantor italiano Alessio Bondí, o músico francês Christophe Mondoloni, o duo Manecas Costa & Micas Cabral, da Guiné-Bissau, e o projeto musical entre Portugal e Espanha Luciérnagas y Pirilampos, composto pelo grupo Caixa de Pandora e pela cantora Milli Vizcaino, completam o programa de atuações nas cidades portuguesas.

A oficina de dança e baile “Bule-bule – novas danças tradicionais”, “a partir de raízes rítmicas e de movimento comuns a Portugal e a diferentes zonas do fantástico continente africano e do imenso Brasil”, está também inserida no programa desta edição.

Nos dias 26 e 25 de junho, em Oeiras, o chefe Nicolas Duberville, da ilha de La Reúnion, no Oceano Índico, vai coordenar o ‘workshop’ de cozinha “Experiência de Sabores” e uma degustação de “alguns pratos de excelência da tradição gastronómica da ilha”, pode ler-se no comunicado da organização.

Nesta partilha de culturas, Portugal estará representado nos países da rede cultural do FSSSL, pelas fadistas Inês Linares, que vai a Marrocos e Espanha, e Sara Correia, que atuará em Itália, e pelos músicos Nuno Dario, Ruca Rebordão, Carlos Menezes, André Sousa Machado, José Peixoto e João Barros, que fazem parte das orquestras originais do festival.

O atelier de gastronomia da chefe Cecília Almeida apresentar-se-á em França, e o do chefe João Ferreira, na Eslovénia.

O Festival Sete Sois Sete Luas representa uma “fonte de inspiração que, para além da música tradicional, apresenta uma vertente mais contemporânea num encontro dominado pela diversidade cultural”, disse a chefe da divisão da Cultura da Câmara Municipal de Oeiras, Elisabete Brigadeiro, à agência Lusa.

O festival, que se define como “uma promoção da cultura e da arte”, é de entrada gratuita.

Em Portugal, decorre até ao mês de setembro.

Fonte: Lusa

Por | 2019-06-26T09:38:18+00:00 26 de Junho de 2019|Categorias: Cultura||0 Comentários

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