Lalah Mahigo canta no palco da Fundação Fernando Leite Couto

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Lalah Mahigo canta no palco da Fundação Fernando Leite Couto

Lalah Mahigo vai apresentar-se hoje, pelas 18h00 (hora local), na Fundação Fernando Leite Couto, na cidade de Maputo.

De acordo com a organização do espectáculo, a cantora moçambicana Lalah Mahigo é detentora de uma voz que se desafia em vários estilos influenciados pelo jazz, afro, música popular brasileira (MPB) e pela música tradicional.

Lalah mahigo, baptizada Carla Manuel Luís, deu seus primeiros passos na Igreja Congregacional Unida de Moçambique, cantando em grupos que lá existiam.

“A música vem de casa, onde criou com Jomalu, Naldo Ngoka e Osvaldo Luís, Irrinah, Sheila Jesuíta, Seth Suaze, Arão Litsure músicos que juntos integraram o grupo Coral Majescoral”, avança a nota sobre o espectáculo publicada no site da Fundação Fernando Leite.

Lalah Mahigo, ainda segundo a organização, partilhou o palco com grandes músicos moçambicanos, como António Marcos, Stewart, Sukuma, Xixel Langa, Isabel Novela, Elcides Carlos, Mingas e Banda Kakana.

A carreira de Lalah Mahigo é feita de vitórias, afinal a cantora venceu o concurso de música da Universidade Pedagógica.

A cantora participou dos programas televisivos “Super Tardes” e “Desafio Total”, da Stv, e, mais tarde, passou a fazer covers em casas de pasto, integrando o grupo Capela Xikentoh, formado por amigos e colegas: Nordino Chambal, Leila Malendja, Soares João, Abel Machai, Jaime dos Santos e Nervas.

Em 2014, Lalah Mahigo entrou ingressou a Academia Music Crossroads. Um ano depois, participou de um intercâmbio cultural na Noruega e no Brasil, por duas semanas e oito meses, respectivamente, onde gravou a sua primeira música, intitulada “Isabel”.

Ano passado, esta grande voz, como assume a Fundação Fernando Leite Couto na nota divulgada, esteve no concurso musical Ngoma Moçambique e gravou “Dza Nandzika”, da autoria de D Manyissa. Agora está a caminho da gravação do seu álbum, que terá 12 temas. O mesmo deverá intitular-se “Ti kuma”.

Fonte: O País

Por | 2019-10-17T05:05:51+00:00 17 de Outubro de 2019|Categorias: Cultura||0 Comentários

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