Rita Canas Mendes vence o programa de Residência Literária em Moçambique

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Rita Canas Mendes vence o programa de Residência Literária em Moçambique

A escritora portuguesa Rita Canas Mendes venceu a primeira edição do programa de Residência Literária, que irá decorrer de 16 de setembro a 16 de outubro, na cidade de Maputo, em Moçambique, anunciou o Camões Instituto, no seu ‘site’.

A autora foi escolhida, pelo júri do programa, pelo impacto e benefícios que a residência poderá refletir na sua atividade literária e pelo ”projeto de criação literária apresentado, em função do currículo e do tempo do programa”, explica o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.

A proposta de trabalho de Rita Canas Mendes foi considerada “a que melhor se enquadra na lógica do presente programa” pelo júri composto por Clara Riso, diretora da Casa Fernando Pessoa, Manuel Veiga, da Câmara Municipal de Lisboa (CML), e João Pignatelli, do Instituto Camões – Centro Cultural Português de Maputo.

O programa Residência Literária, criado pela cooperação entre a CML e o Camões – Centro Cultural Português em Maputo, destina-se a escritores de nacionalidade portuguesa com obra publicada, residentes em Lisboa ou que trabalhem ou estudem na cidade, e que pretendam desenvolver um “projeto de criação literária, coerente com o seu percurso e pertinente na proposta de relação com Moçambique”, pode ler-se na informação.

Rita Canas Mendes, nascida no Estoril, distrito de Lisboa, é autora de obras “Como Publicar o seu Livro”, lançada pela Bertrand, e de títulos como “Viver da Morte”, um ensaio publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, “A Nuvem”, obra de literatura infantil, com ilustrações de João Fazenda, editada pela Pato Lógico, e “A Volta ao Mundo em 80 Corridas”, “um guia para atletas de todos os níveis”, que tem a chancela da Arte Plural.

É também a tradutora de “Manual para Mulheres de Limpeza”, de Lucia Berlin, “Cheio de Vida”, de John Fante, “Uma Coisa Absolutamente Incrível”, de Hank Green, “O Meu Nome é Lucy Barton”, de Elizabeth Strout, e “Diário de Guantánamo”, de Mohamedou Ould Slahi, entre outras obras, entre as quais se destacam contos de Oscar Wilde, Jack London, Saki e H. P. Lovecraft.

Além de escrever para blogues, da atividade de consultoria na área de edição e da tradução ‘freelancer’, Rita Canas Mendes dedica-se às artes gráficas com o seu estúdio tipográfico Miss Print, com a produção de criações originais.

Por | 2019-06-19T06:15:02+00:00 19 de Junho de 2019|Categorias: Cultura||0 Comentários

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